
A escola pode intimidar características empreendedoras e aprisionar potenciais extremamente importantes ao desenvolvimento de um país. No entanto, sua função deveria ser de potencializar no aluno seus pontos fortes em detrimento dos fracos, tornando-o mais seguro e determinado. A preocupação com a especificidade dos cursos de formação de professores, de Pedagogia, não é recente. Há muito se debate a finalidade do curso e do pedagogo. Este profissional que irá atuar no dia a dia com a criança e o jovem, necessita ter uma postura empreendedora, e assim valorizá-la. Podemos e devemos enquanto professores, atentar para questões pessoais como a auto-estima, descobrir os talentos e potencializá-los, relacioná-los aos projetos de ter, estar ou ser alguma coisa. Refiro-me aos sonhos de cada ser, que nasce com um potencial, que necessita ser aflorado e portanto, regado e fertilizado. Dolabela (2003) reforça que as condições para o ser humano desenvolver competências e fortalecer a auto-estima advém de sua imersão em um sistema de aprendizagem que tenha como eixo as relações que ele estabelece consigo mesmo e com o mundo, possibilitando uma formação significativa que, leve em conta, suas bagagens existencial, cognitiva, afetiva e social. Sendo assim, o professor passa a ter um papel de facilitador de talentos, aquele que cria ambientes favoráveis ao ser empreendedor.
Sandra Mara nunes vivoni
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