sexta-feira, 22 de julho de 2011

ADOLESCENTES EMPREENDENDO EM MANGUINHOS


A “Oficina do Empreendedor” tem como objetivo principal despertar nos jovens da Comunidade de Manguinhos no Rio de Janeiro, com idades entre 14 e 16 anos, situados no entorno da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), características empreendedoras nos níveis individual, organizacional e social, investir na auto-estima, desenvolver o senso crítico reflexivo, privilegiando os valores humanos e a responsabilidade social. Está vinculada ao projeto “Crescendo com Manguinhos” que foi criado pela Comissão de Responsabilidade Socioambiental de Bio-Manguinhos (SOMAR) e conta com a parceria da UNISUAM com material de audiovisual e espaço físico para realizar alguns encontros. Os participantes, nesta primeira fase, construíram conhecimentos voltados para o perfil empreendedor – concepção, características, autoconhecimento - relações intra e interpessoais, liderança, valores humanos, economia pessoal, falar em público, empregabilidade, entrevista de emprego, construção de currículo, foco no cliente, formas de poder, sustentabilidade, entre outros. Contaram ainda, com a contribuição de empreendedores como Débora Dias Gomes - educadora e empresária, Wagner Trancoso – artista plástico, Jonas Fonseca Santos - estudante de Psicologia e Carlos Henrique de Assis - advogado que socializaram seus conhecimentos, suas experiências e contaram como chegaram a realizar seus sonhos, apesar de uma realidade difícil de vida. Percebemos que a determinação é uma característica comum entre os empreendedores que foram ou são moradores de comunidade.

A metodologia adotada na oficina, esta voltada para encontros dialogados, situações práticas culminadas em simulações e seminários sobre os conteúdos trabalhados. As atividades do primeiro semestre foram encerradas no dia 14 de Julho com a participação do grupo, no evento 3º Compartilhando – Gestão Participativa, Participação e Controle Social no Sistema Único de Saúde (SUS) que abordou temas como participação social, gestão participativa e representação de jovens, realizado no Auditório do Museu da Vida na Fiocruz. O objetivo foi de incentivar o protagonismo juvenil, debater sobre a gestão participativa do SUS e incentivar os jovens a participar das políticas públicas de Saúde. Vários projetos sociais estiveram presentes e a “Oficina do Empreendedor” se destacou com a dinâmica - “Formas de lidar com o poder” e apresentação sobre Marketing Pessoal. Deu ênfase a marca que deixamos por onde passamos, seja na comunidade, escola, clube, igreja e finalizaram com a mensagem “Faça a diferença!”

No segundo semestre a oficina continua com mais atividades significativas! Aguardem outras postagens!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A RELEVÂNCIA DA ATITUDE EMPREENDEDORA

O projeto Sonhos Acadêmicos/Atitudes Empreendedoras foi apresentado, no sábado, dia 11 de junho, na turma de Empreendedorismo do mestrado em Desenvolvimento Local da UNISUAM e foi possível perceber, a partir das avaliações, o quanto o tema mobilizou os participantes, que declaram a necessidade de atentar para temas tão pertinentes ao século que vivemos, perceberam no projeto uma ação transformadora e saíram do encontro com ideias inovadoras. Este projeto é uma grande oportunidade para os alunos dos diversos cursos desenvolverem sua visão empreendedora e a partir dela, aplicá-la nos diversos setores da vida. A atividade empreendedora não se restringe a uma interação técnica com o seu objeto de trabalho, mas envolve relações multiformes com a realidade. É um campo de observação, experimentação, construção e coleta de dados para o desenvolvimento de novas tecnologias na formação profissional. Sua relevância social representa inserção social e educacional visto que o projeto pretende despertar características empreendedoras nos alunos atendidos. "O crescimento econômico sustentável é consequência do grau de empreendedorismo de uma comunidade" (DOLABELA,2003).

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Educação Empreendedora

O presente blog tem por objetivo colocar a serviço dos usuários informações a respeito da minha trajetória dentro da perspectiva da Educação Empreendedora. Sendo este, mais um espaço de socialização.
Participei da VIII Semana de Pesquisa, Extensão e Pós – Graduação na UNISUAM e pude apresentar no grupo de trabalho: Intervenções Psicopedagógicas no Ensino Superior realizado no dia 13 de maio de 2011 um projeto, que teve como referência a dissertação de mestrado em desenvolvimento local intitulada A QUESTÃO DA IDENTIDADE SOCIAL E POLÍTICA DA PEDAGOGIA EMPREENDEDORA NO DESENVOLVIMENTO LOCAL: RESSIGNIFICANDO COMPETÊNCIAS ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO. A pesquisa científica realizada apontou um percentual significativo de educandos que chegam ao ensino superior sem idéias inovadoras, com medo de investir em seus sonhos e ao mesmo tempo buscam realização pessoal e profissional. A partir desta amostragem, apresentei o seguinte problema: O aluno no Ensino Superior apresenta desinteresse, desconhecimento, procrastinação na busca da realização de sonhos ou características empreendedoras inibidas pelo sistema educacional? Um ambiente favorável que parta do objeto de maior interesse do discente, o sonho, pode despertar características empreendedoras?
O projeto de minha autoria discutido neste GT - Sonhos Acadêmicos/Atitudes Empreendedoras abordou a importância da Pedagogia Empreendedora como elemento chave no despertar destas características no Ensino Superior. Este tem sido desenvolvido na UNISUAM pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico do qual faço parte. Temos observado que o projeto tem mostrado, ainda que timidamente, resultados significativos, como apresentado em outra postagem deste blog. Por conta deste trabalho, participei da palestra sobre Universidade, Empreendedorismo e Inovação dividindo o trabalho com as professoras Elaine Borin e Hermínia Castro na unidade de Jacarepaguá. O objetivo foi de discutir o empreendedorismo aliado a capacidade de gestão e inovação nas empresas e a importância das incubadoras para o desenvolvimento. Foi um momento muito intenso! Fui ainda, convidada a proferir palestras para as turmas de empreendedorismo na unidade de Bonsucesso. Mais uma vez se fez presente o efeito que o assunto exerce sobre os alunos. O tema foi “A decisão de ser empreendedor”. Para tanto, penso que é preciso cultivar este ambiente favorável para desenvolver uma cultura empreendedora que pode tornar o aluno do ensino superior, um empreendedor, um transformador da realidade, oferecendo valores para a coletividade. Contudo, a cultura empreendedora não se limita aos alunos, ela precisa ser expandida a todos os funcionários, professores, coordenadores e diretores. Acredita-se por tanto, que a universidade seja este espaço, que pode fomentar características empreendedoras. E o professor neste contexto, precisa se apropriar da importância desta proposta, pois tem papel fundamental neste processo. É ele o facilitador, o organizador do ambiente e muitas vezes o responsável por disparar ou inibir ainda mais características empreendedoras em sua sala de aula.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Oficina do Empreendedor


Para dar continuidade ao projeto “Crescendo com Manguinhos” que desenvolve um trabalho de inclusão social com crianças de 10 a 13 anos, lançamos este ano a “Oficina do Empreendedor”, que irá atender aos jovens de 14 a 16 anos concentrando suas ações no perfil empreendedor. Inicia o preparo para o mercado de trabalho com temas como: valores humanos, relações intra e interpessoais, marketing pessoal, construção do currículo, preparação para entrevistas de trabalho, economia pessoal, apresentações orais, empregabilidade, entrevistas a empreendedores, entre outros. A prática didática da oficina envolve relações com a realidade, fará uso de encontros dialogados, estudo de casos, dinâmicas, exibição de vídeos, exercícios, visitas, seminários e palestras com empreendedores.
A aula inaugural da “Oficina do Empreendedor” aconteceu no dia 17 de fevereiro, no auditório do DEPFI na FIOCRUZ. Apresentamos aos jovens a dinâmica dos encontros e refletimos sobre a diferença entre fruto e fruta levando-os a perceberem a importância de plantar, semear no presente, para colher bons frutos num futuro, que está muito próximo! Pudemos contar com a presença ilustre da empreendedora Débora Dias Gomes que com sua competência e carisma conquistou os jovens e os desequilibrou, quando contou que nasceu e cresceu em uma comunidade. Ela apresentou a importância do autoconhecimento, da sabedoria em lidar com momentos críticos, de superar as limitações a partir da persistência, de cultivar a alegria de viver e que o segredo está em agradecer e aproveitar as oportunidades.
Ao término do encontro perguntamos aos jovens se realmente havia interesse por parte deles em participar da oficina e ouvimos depoimentos como:
-“Claro que sim!”
-“É melhor do que está nas ruas.”
-“Não vou perder nenhum encontro.”


HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!
Padre Fábio de Melo
A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a ideia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.
Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós, será plantação que poderá ser vista de longe...
Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"
Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura os amigos que você cultiva as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama tudo será determinante para a colheita futura.
Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra, que são os frutos, que sejam agradáveis aos olhos!
Infelicidade, talvez seja o contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã! (...)
Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.
Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito que fazer, ainda há muito que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...
A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."
Vá em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões...

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Contando sobre minhas experiências com a Pedagogia Empreendedora dos Sonhos, uma estratégia didática para despertar características empreendedoras...




Fui convidada por José Roberto Hilário da Silva, presidente do GRES Unidos do Jacarezinho localizado na Av. Suburbana, no Rio de Janeiro, para trabalhar o tema Empreendedorismo com os componentes da Escola de Samba. Foi uma experiência demasiadamente prazerosa! Tudo aconteceu na Biblioteca Parque no Complexo de Manguinhos no dia oito de fevereiro de 2011 às 20 horas. A sala ficou lotada de sambistas que me acolheram com muito carinho!
Apresentei ao grupo a Teoria visionária de Filion, que propõe o seguinte conceito:
“É empreendedor, em qualquer área, alguém que sonha e busca transformar seu sonho em realidade.”
A teoria Empreendedora dos sonhos abrange todos os tipos de empreendedor – o que atua na empresa, na posição de dono, de empregado, no governo, no terceiro setor, nos diversos segmentos da sociedade. Vê o empreendedor como uma forma de ser, independente da classe social ou idade, da sua área de atuação, em diversos locais, na igreja, no clube e na escola de samba! E o sonho que a teoria considera é um projeto de vida, que necessita de planejamento, com seus objetivos e metas bem estabelecidos. Tudo isso, articulado com elementos de suporte fundamentais para a busca de sua realização. Nesta caminhada encontramos diversos obstáculos, que chegam a nos derrubar. Porém, o sonho nos faz levantar, reunir energia, buscar conhecimento, interagir com as pessoas, persuadi-las e para tanto, precisamos conhecer nossas forças para nos agarrar a elas e as nossas fraquezas para investir e buscar melhorias. E foi este o discurso, que com muita alegria e dinamismo envolveu os participantes na tentativa de provocá-los a fazer o seu melhor pela escola. Falamos de atitude que é algo de “dentro para fora” e que não adiantava nada decidirmos realizar um sonho se não fazemos nada para que ele realmente aconteça.
E o sonho do presidente Zé Roberto e de sua equipe é tornar a escola de samba campeã do carnaval 2011. A escola foi campeã em 1986 e apresentou um bom desempenho em 2008. Mas, seus resultados caíram desde então. E o presidente, com uma atitude visionária resolveu, que deveria investir na auto-estima dos integrantes da escola. Percebeu que, as pessoas são seu maior trunfo para mudar sua posição perante as outras escolas.
O GRES Unidos do Jacarezinho em 2011 tem como enredo o tema - “Encantados” e fala do respeito à natureza, de fadas, duendes, do encontro com o Divino, mantendo viva a arte de cultuar. Defende a necessidade de sermos felizes e até de pirar! Do Carnavalesco Eduardo Gonçalves.
E para encerrar o encontro desejei boa sorte a todos! Que os duendes, as fadas, o Divino! Abençoassem a escola e que seus integrantes nunca deixem de sonhar!


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011


Queridos Seguidores,
O meu envolvimento na educação empreendedora com significativos resultados confirmou para mim o acerto de ter investido neste conhecimento. Pude colocar em prática a Pedagogia Empreendedora dos Sonhos, uma estratégia didática para despertar características empreendedoras desenvolvida por Fernando Dolabela, em diversos segmentos. Realizei um trabalho com as Mulheres Empreendedoras da Maré do projeto “Cheiro de Vida”, com os funcionários do Espaço Casa Viva em Manguinhos, com alunos do Ensino Médio do CEFET, com crianças de 10 a 13 anos do projeto “Crescendo com Manguinhos” pela Fiocruz no qual sou coordenadora pedagógica, com uma turma de primeiro período do curso de Pedagogia da UNISUAM entre outros. Em todas as experiências o objetivo foi o mesmo – Despertar características empreendedoras inibidas pelo sistema social e educacional.
A pedagogia é adaptada a qualquer realidade, desenvolve a auto-estima e valoriza o potencial de persistência dos participantes diante dos resultados não esperados. Nem tudo foi fácil, encontrei obstáculos, resistências em falar de sonho para comunidades por parte de pessoas muito lógicas, contudo o empreendedorismo deve ser utilizado para o combate à exclusão social e a todas as formas de desigualdades e diferenças. E como revelou Dolabela, 2003 “quem pode privar as pessoas do conhecimento por medo de que elas venham a desejar o que passaram a conhecer? E quem pode definir o tamanho do sonho de cada um?” Eu como sua admiradora apóio e dissemino sua obra principalmente, por experimentar e testemunhar seus resultados.
A visão de mundo, fornece os fundamentos que dão vida à Teoria Empreendedora dos Sonhos. O espírito empreendedor é um potencial de qualquer ser humano e necessita de algumas condições indispensáveis para se materializar. Entre essas condições encontra-se o próprio ambiente que precisa ser estimulante e democrático.
Em um primeiro momento o participante desenvolve um sonho, um futuro onde deseja chegar, estar ou ser. Em um segundo momento, ele busca realizar o sonho e, para isso, se vê motivado a aprender o que for necessário a esse objetivo. Assim a atividade pedagógica se desenvolve baseado na conexão entre o sonho e sua realização.
“O empreendedor não pode ser construído, mas apenas motivado a construir-se. Por isso é preciso estar envolvido por emoção capaz de produzir tais comportamentos, como é o caso da busca da realização do sonho.”
Quem busca realizar seus sonhos, o empreendedor, está sempre pensando no próximo passo, portanto, aguarde, pois em 2011 vou me dedicar ainda mais a esta Pedagogia que vem dando significado as minhas ações pessoais e profissionais e contribuindo com diversos segmentos da sociedade.



“O Projeto Sonhos acadêmicos foi um divisor de águas em minha vida. Sempre soube no meu íntimo que eu tinha uma capacidade que era maior do que o que eu fazia até então, mas nunca ousei acreditar ou dar espaço para desenvolver nada. Uma coisa é sonhar, outra bem diferente é passo a passo dar uma identidade a esse sonho e empreender nele suas energias. Foi o que aprendi nesse curso. De repente meu sonho ficou tão palpável que fui impelida a mudar tudo a minha volta. É como se não fosse mais possível viver no ambiente em que estou hoje. Porque, já não caibo mais numa visão limitada e sem perspectiva. Descobri que não sou “galinha”. EU SOU ÁGUIA! Estou iniciando um projeto para melhorar o atendimento no meu local de trabalho graças ao que aprendi nos sonhos acadêmicos. A professora Sandra Vivoni fez toda a diferença nesse curso e tem um lugar garantido em meu coração. A todos que abraçaram essa idéia e a defendem, minhas considerações e muito obrigada do fundo do coração!”

Quezia Magalhães Estevan – aluna do curso de Pedagogia da UNISUAM











sábado, 22 de maio de 2010

A Aula

O “Ser professor” mais uma vez me faz refletir sobre a importância do meu papel. Quando tenho a oportunidade de atuar como professora e digo atuar, pois me vejo em um grande palco onde as pessoas pagam de forma direta ou indireta para assistir a minha performance, se surpreendem e dão testemunho do tipo: “Pensei que fosse ser como uma palestra, que ia ser um professor falando, e a gente só ouvindo, algo mais estático, mas é bem estimulante e divertido, foi super bacana”, conta Tainá Santos, aluna do primeiro período de Direito da UNISUAM, que sonha em se especializar em Direito Internacional. Saber que, mexemos com esses jovens, que estimulamos ou retraímos o desejo de busca do saber, só aumenta nossa responsabilidade. Será que eu fiz algo de tão extraordinário nesta aula? Acho que não. Mas, talvez para alguns, sim, como para esta aluna.
Quando só exerço a oratória e não dou espaço para a escuta, deixo de ver o outro como sujeito, como um ser pensante, que age. Então ouvi, falei, favoreci a socialização dos conhecimentos e disseminei mais uma vez aquilo que não abro mão nas minhas aulas, o afeto.
Um modelo pronto de como ser um bom professor, não existe, mas à medida que o “Ser Professor” torna-se algo de suma importância para o próprio professor, passa a ser também para o aluno. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos apesar das diferenças que o conotam não se reduzem a condição de objeto. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática, envolve o movimento entre o fazer e o pensar sobre o fazer. Ensinar exige o bom senso, é ele que me adverte nas tomadas de decisões. O primeiro passo para se ensinar é saber que precisamos tocar na alma do aluno. Ele antes de entender a lição, precisa ser tocado pelo professor, sensibilizado. Por isso, o professor deve preparar-se para a aula como se fosse a única.